Category Archives: 75 Anos

SOS CONTRA A FOME – Campanha de Natal da Renascença

SOS CONTRA A FOME SOS CONTRA A FOME

Este Natal a Renascença lança um SOS Contra a Fome. É uma campanha nacional que pretende ajudar muitas famílias que, neste momento, se encontram mais fragilizadas e não conseguem comprar comida para o seu dia-a-dia.

Quase 400 mil pessoas recorrem a diversas instituições para poderem alimentar a sua família. Preparar um lanche para os filhos, dar uma sopa aos pais, cozinhar o jantar, são tarefas rotineiras para a maioria dos portugueses. Mas para muitos outros a realidade é uma despensa vazia.
Para garantir que a cada casa chegará um cabaz com pelo menos 6 produtos essenciais, a Renascença lança o desafio aos seus ouvintes na Campanha de Natal – SOS Contra a Fome. O dinheiro angariado será entregue a mais de duas mil instituições por todo o país que, conhecem e monitorizam as necessidades específicas de milhares de famílias.

Por exemplo, para comprar os seis produtos mais necessários: leite, azeite, salsichas, óleo, atum e açúcar, bastam 7€. Qualquer contributo será essencial e vai fazer a diferença. Com o apoio de cada um, muitas famílias serão ajudadas.
Os contributos podem ser feitos na conta “Renascença Solidária”, do BES:

Balcões BES
NIB: 0007 0000 00124832405 23

Multibanco: os campos entidade e referência devem ser preenchidos repetindo o número 7,

Entidade: 77 777 e Referência: 777 777 777

Qualquer contribuição, seja de que tamanho for, fará toda a diferença na vida de alguém.

A Campanha tem início hoje, dia 3 de Dezembro, e decorre até Janeiro 2013

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Renascença encerra as comemorações dos 75 anos em Fátima

O Encontro Anual da Conferência Europeia de Rádios Cristãs nos próximos dias 10, 11 e 12 de Outubro, em Fátima, e a Peregrinação Internacional Aniversária, presidida por D. José Policarpo, dia 13 de Outubro, encerram um grande ano de celebrações e eventos, para comemorar os 75 anos da Renascença.

Para assinalar a efeméride, a Emissora Católica Portuguesa criou diversas iniciativas, de carácter religioso, social e cultural, que reforçam o papel insubstituível da Renascença no panorama mediático em Portugal.

Esse mesmo reconhecimento levou o Presidente da República a atribuir o título de Membro Honorário da Ordem de Mérito à Renascença, primeiro órgão de comunicação privado a ser condecorado, elogiando a capacidade para “conciliar duas exigências nem sempre coincidentes”: “a adaptação ao ritmo vertiginoso do tempo” e a “preservação da sua matriz fundadora e da sua marca identitária”.

Em dia de aniversário, a rádio andou pelas ruas de Lisboa, com uma emissão especial num estúdio móvel e realizou uma Sessão Solene na Universidade Católica, com a presença de muitas figuras da vida pública portuguesa. Dois grandes concertos, no Porto e em Lisboa, levaram 23 mil pessoas a festejar o aniversário da Renascença e a música de Rui Veloso, Dulce Pontes e James no Estádio do Bessa, bem como as vozes de José Carreras e Carminho no Pavilhão Atlântico.

Neste ano de comemorações houve espaço para debates alargados e entrevistas, o colóquio “O meio rádio e os 75 anos da Rádio Renascença”, o lançamento do livro “Renascença 75 Anos”, sem esquecer o Vinho Quinta do Côtto 75 anos Renascença ou a lotaria comemorativa dos 75 anos da Renascença. A sensibilização ambiental e as questões da sustentabilidade estiveram na origem da plantação de 75.000 árvores, projecto conjunto da Renascença, Rock in Rio-Lisboa e Oryzon Energias.

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José Carreras encheu Pavilhão Atlântico e felicitou a Renascença

Foi com um Pavilhão Atlântico cheio que José Carreras subiu ao palco para um concerto inesquecível.

O concerto comemorativo dos 75 anos da Renascença teve momentos únicos e de excepcional qualidade.

A noite começou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa a interpretar uma peça de Bizet, L’Arlésienne Suite. Farandole. José Carreras entrou então em palco para cantar L’Ultima Canzone e Vurria.

Ailyn Pérez, a jovem soprano convidada para este concerto, dona de uma voz arrebatadora e de uma forte presença em palco deixou a plateia maravilhada com as árias Je veux vivre, de Romeo et Juliette, e Quando men vo, de La Bohème. Um dos momentos mais aguardados da primeira parte do concerto foi a subida ao palco de Carminho, convidada especial, e de José Carreras para interpretarem Ave Maria, de Schubert. A segunda parte começou com o tenor catalão a felicitar a Renascença pelos seus 75 anos e pelo serviço que tem prestado a todos os portugueses, destacando a Renascença como um meio de referência em Portugal. Um momento muito emotivo e que levou toda a assistência a aplaudir. Logo a seguir José Carreras cantou Passione, de Nicola Valente e arrebatou o público, que recebe Carminho de braços abertos para ouvir um fantástico Pedras da Minha Rua.

A interpretação de José Carreras e Carminho de Pomba Branca, de Paulo de Carvalho, emocionou toda a plateia. Outro dueto extraordinário foi Dúo y Jota, da opereta El Dúo de la Africana, de Manuel Caballero, que José Carreras interpretou com a soprano Ailyn Pérez de forma soberba.

A orquestra Sinfonietta de Lisboa, sob a direcção de David Giménez, interpretou de forma brilhante o Intermedio de “la Boda de Luis Alonso”, de Jerónimo Giménez, que fez levantar todo o auditório quando soou o último acorde. O concerto de José Carreras terminou com Core n’ingrato, uma conhecida melodia napolitana.

O Pavilhão Atlântico em peso aplaudiu o concerto e tanto o tenor, como Ailyn Pérez e Carminho voltaram a subir ao palco para os encores. De salientar Torna à Surriento um tema napolitano que José Carreras cantou de forma brilhante e apaixonada. Ailyn Pérez cantou I could have danced all night de My Fair Lady e Carminho encantou com o fado Escrevi o teu nome no vento.

Para terminar a noite de uma forma única e inesquecível José Carreras fez questão de subir ao palco acompanhado de Carminho e Ailyn Peréz com quem cantou a conhecida ária de La Traviata, Brindisi. Toda a plateia aplaudiu de pé.

Para assinalar os 75 anos da Renascença estiveram presentes muitas individualidades da sociedade portuguesa como Assunção Esteves, Presidente da Assembleia da República, D. Rino Passigato, Núncio Apostólico em Portugal, Manuela Ferreira Leite, Francisco Pinto Balsemão, Presidente do Grupo Impresa, Manuel Braga da Cruz, Reitor da Universidade Católica Portuguesa, Manuela Ramalho Eanes, João Lagos, Pe. Manuel Morujão, Monsenhor Vítor Feytor Pinto, Prof. Eugénio da Fonseca, Presidente da Cáritas Portuguesa, Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, António Sala, Francisco Sarsfield Cabral, Graça Franco, Ribeiro Cristóvão, Fernando Magalhães Crespo, João Palmeiro, Pe. Vaz Pinto, Paulo Morais, Miguel Beleza entre muitos outros.

Fotos: http://wtrns.fr/rMU9V5pR7Cpee0

Videos: http://vmais.rr.sapo.pt/default.aspx?fil=343287

 

Sinfonietta de Lisboa acompanha José Carreras – Ailyn Pérez e Carminho actuam com o tenor

No próximo Sábado, 16 de Junho, o Pavilhão Atlântico, recebe às 21h30, José Carreras, para um concerto exclusivo de comemoração dos 75 anos da Rádio Renascença.

O tenor será acompanhado pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, uma escolha do próprio José Carreras e que reflecte a qualidade dos músicos portugueses. Para o seu responsável, o Maestro Vasco Pearce de Azevedo “A Sinfonietta de Lisboa tem colaborado, quer em espectáculos ao vivo, quer em gravações, com reconhecidos artistas nacionais e internacionais e é para nós uma honra podermos acompanhar o tenor José Carreras neste espectáculo.” Em palco estarão 64 instrumentistas – cordas, sopros e percussão – que interpretarão alguns dos temas mais conhecidos do repertório operático, da zarzuela e do teatro musical, sob direcção do Maestro David Giménez.

O concerto de José Carreras conta também com a presença da Soprano Ailyn Pérez, reconhecida como uma artista cuja presença em palco cativa e deslumbra audiências inteiras.

De recordar que em palco também estará a fadista portuguesa Carminho, convidada especial de José Carreras, que cantará numa noite que se espera inesquecível.

Os principais lugares do Pavilhão Atlântico já se encontram esgotados, estando previsto que a noite tenha a sala principal do Pavilhão Atlântico praticamente esgotada.

Sobre:

Orquestra Sinfonietta de Lisboa – Fundada em 1995, a tem como base 29 instrumentistas de corda, podendo integrar sopros ou outros instrumentos de acordo com as exigências dos programas a executar. A sua direcção está a cargo de Vasco Pearce de Azevedo (Maestro Titular) e António Lourenço (Maestro Adjunto). A Sinfonietta de Lisboa realizou já numerosos concertos, tendo-se apresentado em Lisboa, no Centro Cultural de Belém e no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; no Porto, no Teatro Rivoli; e ainda em vários concelhos do país. Nestes concertos tem interpretado obras de diversos compositores desde o período barroco até ao séc. XX. Um dos objectivos principais da Sinfonietta de Lisboa, enquanto membro da Associação Musical Ricercare, é o da divulgação de música do Século XX, em particular de compositores portugueses contemporâneos. É nesse contexto que se inserem as várias estreias absolutas que têm vindo a ser realizadas de obras encomendadas a compositores como Eurico Carrapatoso, Bernardo Sassetti, Sérgio Azevedo, Carlos Fernandes, Vasco Pearce de Azevedo, Carlos Caires, Pedro Faria Gomes e Ivan Moody. São ainda de realçar algumas primeiras audições em Portugal efectuadas pela Sinfonietta de Lisboa de obras de compositores do Século XX tais como, Alexandre Delgado, Eugénio Rodrigues e Luís Tinoco. Desde 2003, a Sinfonietta de Lisboa tem colaborado, quer em espectáculos ao vivo, quer em gravações de DVDs e CDs, com artistas nacionais e internacionais tais como Caetano Veloso, Jaques Morelembaum, Carlos do Carmo, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Marisa, Rui Veloso, Pedro Abrunhosa, Carlos Martins e Ronda dos Quatro Caminhos.

Ailyn Pérez – É a jovem Soprano que irá actuar no Concerto José Carreras e interpretará algumas das áreas que mais têm contribuído para o sucesso da sua carreira, como “Je veux vivre”, da ópera Romeo et Juliette ou “Quando men vo” da ópera La Boheme. A sua voz e a presença que demonstra nas suas performances fazem de Ailyn Pérez uma das artistas mais cativantes e emocionantes de momento em palco. Ailyn Pérez é formada pela Academia de Artes Vocais de Filadélfia, tendo estudado com Virginia Zeani e pela Universidade de Indiana, onde estudou com Martina Arroyo. Já com inúmeros prémios e distinções, tem trabalhado actualmente com Bill Shuman e tem-se dedicado mais intensamente a alguns papéis principais que se destacam na sua carreira, nomeadamente, Marguerite em Fausto, Julieta, em Romeu et Julietta, Violetta em La Traviata e Mimi, em La Boheme. Nestes papeís Ailyn Pérez considera que a sua voz “gosta de dançar”. Esta temporada Ailyn Pérez já interpretou Gilda de Rigoletto no Royal Opera House e regressou a Covent Garden para cantar Violetta na La Traviata.

Carminho – Estreou-se a cantar em público aos doze anos, no Coliseu de Lisboa. Depois de concluir a licenciatura em Marketing e Publicidade, e no regresso de uma viagem de um ano à volta do mundo, descobriu que a sua verdadeira vocação estava no fado. Voltou às casas de fado e, desde então, já actuou na Casa da Música, nos 45 anos de carreira de Carlos do Carmo, na Expo Saragoça, na recriação de Amália à L’Olympia, e participou no disco Fado – Ontem, Hoje e Sempre, no filme Fados, de Carlos Saura, e em concertos na Argentina, Suíça e Malta. Em 2005 recebeu o Prémio Revelação Feminina da Fundação Amália Rodrigues. Fado é o seu primeiro disco (2009), a que se seguiu Alma (2012). Entre eles, participou na música de Pablo Alborán Perdóname, que rapidamente se tornou um êxito em Portugal e Espanha.

David Gimenéz  – Nasceu em Barcelona, onde estudou piano e composição no Conservatori del Liceu. Especializou-se em regência em Viena e na Royal Academy of Music, em Londres, com Colin Davis. Iniciou a carreira com a Orquestra de Hannover em 1994, e já se apresentou a dirigir as mais proeminentes orquestras e solistas no Royal Albert Hall, Berlin Philharmonie, Salle Pleyel, Vienna Konzerthaus, Tokyo’s Suntory Hall, e no Carnegie Hall e Avery Fisher Hall, em Nova Iorque. Dirigiu mais de 200 orquestras, incluindo a Filarmónica de Viena, a Sinfónica de Londres, a Orquestra de Paris, a Sinfónica de Chicago e a Sinfónica de Tóquio. Apresentou-se com solistas de renome como Yo Yo Ma e é actualmente o Maestro Convidado Principal da Orquestra Filarmónica de Bucareste e Maestro Emérito da Orquestra Sinfónica de Vallès, em Barcelona.

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