Renascença distinguida com 2 menções honrosas no Prémio de Jornalismo “Os Direitos da Criança em Notícia”

A Renascença foi distinguida com duas menções honrosas, nas categorias imprensa/online e rádio, na 6.ª edição do prémio de jornalismo “Os Direitos da Criança em Notícia”, promovido pelo Fórum sobre os Direitos das Crianças e dos Jovens e é patrocinado pela SPA – Sociedade Portuguesa de Autores. 

Na categoria imprensa/online, o trabalho distinguido pelo júri foi “Vítimas silenciosas, testemunhas silenciadas. ‘As crianças são completamente esquecidas pelo Estado'”, da jornalista Joana Gonçalves. Nesta reportagem publicada em abril de 2019, são abordados os últimos dez anos, em que cerca de mil crianças ficaram órfãs em Portugal em resultado de violência doméstica. Este trabalho, refere também que quase metade das vítimas acolhidas em casas de abrigo são menores e que à época os últimos dados apontavam para 590 crianças e jovens à guarda do Estado. 

Na categoria rádio, a jornalista da Renascença Teresa Paula Costa recebeu uma menção honrosa pela reportagem “Regresso ao futuro: a Telescola ou o direito de aprender a brincar”

Esta distinção tem como objetivo valorizar trabalhos jornalísticos de referência, que incidam sobre temáticas ligadas à infância e juventude, tendo sempre presente os direitos estabelecidos pela Convenção sobre os Direitos das Crianças da ONU (1989) ratificada por Portugal. 

Os membros do júri, Adelino Gomes, jornalista, Cristina Ponte, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Lídia Maropo, da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal, destacaram o número elevado de candidaturas e a qualidade e diversidade dos trabalhos a concurso.  

As 52 peças jornalísticas concorrentes abordaram problemáticas tão distintas como a violência no namoro, a regulação da responsabilidade parental, o cancro pediátrico, o abuso sexual, os maus-tratos, o abandono, o bullying, o brincar e as crianças imigrantes, entre outras questões centrais para a proteção e promoção dos Direitos das Crianças. 

Na categoria imprensa digital a vencedora foi para a jornalista do Diário de Notícias Ana Mafalda Inácio, que realizou um dossier com três peças sobre adoção: “Adoção: crianças que perderam tudo e ganharam tudo”; “Crianças dadas à nascença para adoção esperam um ano ou mais a decisão de juízes”; “Interrupção da adoção. “Fui devolvido. Ninguém me quer…”. 

Na categoria rádio a vencedora foi para a jornalista da Antena 1 Rita Colaço, com “Mami Huambo, grande reportagem realizada em Angola” 

Em televisão foi Maria Amélia Moura Ramos (SIC) que recebeu o 1º prémio com a grande reportagem “Entregues à Sorte, investigação histórica sobre crianças açorianas entregues a famílias norte-americanas da Base das Lages”. 

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